
Quem não viu o filme Queime Depois de Ler (Burn After Reading, 2008), dos irmãos Coen nos cinemas já pode dar boas risadas em DVD. Essa comédia ácida causa estranheza por passar do ridículo ao grotesco. Tudo isso porque o roteiro do filme possui um enredo todo que aborda o nada.
Nessa trama, os irmãos Coen satirizam os filmes de investigação. Osbourne Cox (John Malkovich) descobre que é demitido por ter problemas com bebida. Sua esposa, Katie (Tilda Swinton) o deixa para assumir seu relacionamento com Harry Pfarrer (George Clooney), um investigador federal que em 20 anos de carreira nunca tirou o revolver do coldre. Concomitantemente, Linda Litzke (Frances McDormand), funcionária de uma academia, está obcecada por mudar todo o seu corpo com uma grande cirurgia plástica. Um dia, um CD vai parar nas mãos dela e do seu melhor amigo Chad Feldheimer (Brad Pitt), instrutor da academia. Acreditando que o CD contenha números e informações confidenciais da CIA, os dois encontram nisso um meio de arranjar dinheiro para as cirurgias de Linda. Assim está dada a largada para um enredo cheio de paranóia em que cada personagem colabora para aumentar a confusão e uma conspiração sobre o nada.
Nessa trama que uma loucura, Katie trai Cox com Harry, que tem um encontro combinado na internet com Linda, que chantageia Cox. Os personagens vão se ligando das maneiras mais escrachadas por serem forçados a sustentarem uma vida dupla.
Em toda essa confusão destaca-se Brad Pitt que brilha no papel de Chad Feldheimer e tira muitas risadas com o jeito bobo do personagem e sua atuação impecável. Osbourne Cox também não fica atrás, ele consegue traduzir a agonia imaculada que pede o seu papel. O melhor do filme é a paranóia que está presente no filme inteiro. Os personagens vão criando fantasias e, consequentemente, o medo e angustia. Além disso, os irmãos Coen não ridicularizaram apenas o gênero dos filmes de espionagem, mas também a nossa vida. Todos nós temos uma estupidez em nossa essência que os diretores souberam transparecer de uma forma muito divertida e inteligente.
Nessa trama, os irmãos Coen satirizam os filmes de investigação. Osbourne Cox (John Malkovich) descobre que é demitido por ter problemas com bebida. Sua esposa, Katie (Tilda Swinton) o deixa para assumir seu relacionamento com Harry Pfarrer (George Clooney), um investigador federal que em 20 anos de carreira nunca tirou o revolver do coldre. Concomitantemente, Linda Litzke (Frances McDormand), funcionária de uma academia, está obcecada por mudar todo o seu corpo com uma grande cirurgia plástica. Um dia, um CD vai parar nas mãos dela e do seu melhor amigo Chad Feldheimer (Brad Pitt), instrutor da academia. Acreditando que o CD contenha números e informações confidenciais da CIA, os dois encontram nisso um meio de arranjar dinheiro para as cirurgias de Linda. Assim está dada a largada para um enredo cheio de paranóia em que cada personagem colabora para aumentar a confusão e uma conspiração sobre o nada.
Nessa trama que uma loucura, Katie trai Cox com Harry, que tem um encontro combinado na internet com Linda, que chantageia Cox. Os personagens vão se ligando das maneiras mais escrachadas por serem forçados a sustentarem uma vida dupla.
Em toda essa confusão destaca-se Brad Pitt que brilha no papel de Chad Feldheimer e tira muitas risadas com o jeito bobo do personagem e sua atuação impecável. Osbourne Cox também não fica atrás, ele consegue traduzir a agonia imaculada que pede o seu papel. O melhor do filme é a paranóia que está presente no filme inteiro. Os personagens vão criando fantasias e, consequentemente, o medo e angustia. Além disso, os irmãos Coen não ridicularizaram apenas o gênero dos filmes de espionagem, mas também a nossa vida. Todos nós temos uma estupidez em nossa essência que os diretores souberam transparecer de uma forma muito divertida e inteligente.
Por Francieli Santos
ok, com link
ResponderExcluirconsiderações pertinentes.