Bom, dando sequência aos posts sobre Woody Allen, deixo um trecho de post de um grande fã do diretor, o blogueiro Marcelo Costa (www.screamyell.com.br), que tem uma opinião bem interessante sobre o diretor, seus filmes e roteiros:
“‘Qual a graça que existe em um filme de Woody Allen?’, você deve estar se perguntando. Woody filma o mundo real, tão violento quanto terno, trágico porém belo, tanto cruel, quanto esperançoso. É preciso tato para encontrar beleza em uma rotina tão maluca quanto a que vivemos. Alguns cineastas se perdem afundando no lodo da pieguice ou da violência. Allen não. Ele se mantém na linha tênue que separa o caos da diversão. Ele não disfarça a verdade, no entanto a mostra por um prisma que chega a beirar o lirismo, quando não faz rir muito. Seu texto é, na grande maioria das vezes, impagável. Mestre em roteiros (já foi indicado ao Oscar em 13 oportunidades), Allen costura histórias como ninguém e é o terror dos tradutores, que precisam condensar em algumas linhas na tela o ritmo alucinado dos personagens do cineasta, que muitas vezes sobrepõe vozes (como em diversas cenas em mesa), isso quando não disparam a falar.”
“‘Qual a graça que existe em um filme de Woody Allen?’, você deve estar se perguntando. Woody filma o mundo real, tão violento quanto terno, trágico porém belo, tanto cruel, quanto esperançoso. É preciso tato para encontrar beleza em uma rotina tão maluca quanto a que vivemos. Alguns cineastas se perdem afundando no lodo da pieguice ou da violência. Allen não. Ele se mantém na linha tênue que separa o caos da diversão. Ele não disfarça a verdade, no entanto a mostra por um prisma que chega a beirar o lirismo, quando não faz rir muito. Seu texto é, na grande maioria das vezes, impagável. Mestre em roteiros (já foi indicado ao Oscar em 13 oportunidades), Allen costura histórias como ninguém e é o terror dos tradutores, que precisam condensar em algumas linhas na tela o ritmo alucinado dos personagens do cineasta, que muitas vezes sobrepõe vozes (como em diversas cenas em mesa), isso quando não disparam a falar.”
Por Tabata Viapiana
Nenhum comentário:
Postar um comentário