
A história é basicamente simples. Um novo tenista (Chris Wilton – Jonathan Rhys Meyers) chega a Londres apenas com a ideia de dar aulas em uma escola especializada. Lá conhece Tom Hewett (Matthew Goode), com quem logo encontra afinidade, sendo a Ópera a primeira. Aliás, em todo o filme ela (a Ópera) está presente, dando um tom característico de drama e situações mal resolvidas, até um tanto pesadas. Chris então é convidado para assistir uma apresentação de Ópera com a família de Tom. E lá ele se apaixona pela irmã de Tom, Alec Hewett (Brian Cox). Se se apaixona, não se sabe. Mas surge o interesse. A trama começa a se desenvolver quando Chris é convidado por Tom para passar um final de semana na casa de campo da família, e lá conhece a noiva de Tom, Nola Scarlett Johnasson, por quem, claramente, se encanta à primeira vista. O envolvimento é consumado, o que gera um certo constrangimento para a moça. E parece que só para ela.
A história parece básica. E realmente é. Situações corriqueiras que acontecem a todo momento. No entanto, toda a trama é amarrada de forma surpreendente. Não conheço, nem nunca ouvi falar, alguém que não tenha sofrido grandes impactos ao longo do filme, ou mesmo no final dele. Match Point é visto pela maioria dos críticos como o filme que impulsionou novamente a carreira de Woody Allen. Vale a pena assistir. É uma excelente indicação para quem gosta de boas histórias, muito bem construídas. Apesar disso, ainda acredito que os maiores admiradores dessa obra sejam mesmo pessoas que entendem as tantas “facetas” humanas. Ou ainda, mesmo para aqueles que não entendem, o filme é excelente para quem busca personagens que tratam algumas situações comuns de maneiras muito inesperadas.
Por Iara Maggioni
ok
ResponderExcluirsuponho q ainda não seja o texto final...
economizem os adjetivos...